domingo, agosto 27, 2006

Deste Lado do Espelho

Guerra

Já identifiquei a causa do meu arrepio. Está a aproximar-se a hora. Será que o Gil Vicente joga ? Será que os balneários do Benfica chegam para todos ? E Floribella escolherá Afonso ou Frederico ? Tenho frio, tenho muito frio ...

Deste Lado do Espelho

Somos todos Plutões

Pois, ainda não me apetece discorrer sobre o que se está a passar no futebol cá do rectângulo. Até agora, só me apercebi que há um jovem chamado Mateus ( que se mantém muito discreto ) e que já andam 'à pancada' pelo menos quatro clubes: Gil Vicente, Belenenses, Leixões e Benfica. Confesso, por outro lado, que antes isto que a história da Elsa Raposo.
Segue-se que voltei a Plutão ( salvo seja ), nem que seja para fazer uma justa homenagem áquele que foi, mas já não é. Foi planeta, com direito a uma 'lua' e tudo. Essa 'lua' denominava-se Caronte, nome dado ao barqueiro que transportava as almas dos mortos para o outro mundo. Hoje, diminuíram-no, encolheram-no ainda mais, deram-lhe a dimensão de uma pasta zipada, como se diz na informática. É por causa de ser muito pequeno, dizem. Ora, histórias, dizemos nós. Tamanho não é documento.
Plutão teve, como padrinho de baptismo, o deus romano do mesmo nome. Isto de os afilhados receberem os nome dos padrinhos, às vezes, dá azar, posto que o tal deus presidia ao reino dos Infernos, também conhecido pelo reino da Morte. Mau presságio, pois, para o pobre planeta ... Já o nome da sua 'lua', como vimos atrás, não augurava nada de bom.
Quisémos saber mais pormenores sobre este assunto. Como levamos muito a peito a tarefa de brincar com coisas sérias, contactámos Plutão, directamente. Sem resultado, porém. O planeta mandou dizer, por um asteróide, que 'tinha entrado em recolhimento, para fazer meditação' e, portanto, nada comentaria. Aproximámo-nos dos outros planetas, que foram mais cooperantes.
Vénus, por exemplo, veio toda dengosa, de ancas a abanar e confidenciou-nos, com um sorriso maroto, que 'o Plutão pode ser pequeno, mas não é nada anão, e chega muito bem onde os outros chegam'. Já Saturno declarou que 'estava disposto a ceder um dos seus anéis se deixassem o Pluto em paz'. 'É um gajo impecável', acrescentou. 'Fomos muita vez para os copos. Ele pagava sempre ! Não há direito o que lhe estão a fazer !' Os restantes planetas secundaram a opinião dos colegas. Só a Terra ficou calada na sua órbita, sofrendo os esgares e piscadelas de olho dos outros. Fora do seu globo que partira a decisão de ostracizar Plutão. Nada podia fazer, porém. Por isso, prosseguiu na sua órbita de mais um dia.
Júpiter acrescentou que a indignação é geral, pelo que estão todos a pensar fazer uma manifestação e, talvez, um corte da Via Láctea, em data a anunciar. Ficamos a aguardar a evolução dos acontecimentos.
Termino, não sem que uma sensação de arrepio me invada a espinha. Por que será ?

sexta-feira, agosto 25, 2006

O petisco da aranha

Mas olhe, Maria Helena, que entre os lindos olhos azuis da Luciana, os Morangos com Bagaço, perdão, com Açúcar, e o inenarrável Fernando Mendes a apresentar o Preço Certo (e sim, tenho um ódio de estimação ao homem, que se há-de fazer?), sempre prefiro o repasto da aranha. Não passei uma infância inteira à espera da hora National Geographic aos sábados e do BBC Vida Selvagem aos domingos por nada. Ambos na SIC, nos tempos em que era um canal decente.
De qualquer maneira, o que tem sido muito bom na nossa limitada televisão foi um mimo que a 2: me decidiu oferecer neste final de férias: Turnos de Risco, Serviço de Urgências e A Minha Família, alternadas durante a semana entre as duas e as quatro da tarde (que, por feliz acaso, correspondem à minha hora de acordar e à minha hora de almoçar respectivamente). Boas séries em reposição. Como não comecei a ver Lost desde o início (e agora não percebo patavina), tenho aqui uma boa alternativa. Pena é que o resto do dia seja um deserto televisivo.
Quanto à notícia de Plutão, fico triste. O Sistema Solar nunca mais vai ser o mesmo. Apenas me pergunto se essa "despromoção" é legal do ponto de vista da União Europeia. Mas se calhar até é. Plutão está a ser discriminado devido ao tamanho. Não por religião, sexo, etnia, nacionalidade, número de dentes ou gostar de bacalhau com todos e de Tony Carreira. Agora imagine-se se o desgraçado do Plutão também gostasse de acompanhar o cafézinho com um cigarrito! Possivelmente, nem asteróide seria já...
João Campos

quinta-feira, agosto 24, 2006

Deste Lado do Espelho

Morangos com flores ( e belas !)

Ó Johnny, se a série mostrasse os pequenos e as pequenas nas actividades que apontou, as carpideiras de serviço diriam logo 'que linda imagem que estão a dar da juventude, não haja dúvida !' Sem complexos, afirmo que, dado haver pouca alternativa, vejo os 'Morangos', quando tenho paciência. Já lá se referiu o uso da droga, da gravidez na adolescência, da anorexia, do 'bulling'. A representação pode ser fracota (mas tem de se começar por algum lado, não é ?), o argumento pode ser forçado, kékessáde fazer, enfim, produzir um longo texto em série, para ir p´ró ar todos os dias deve dar um trabalhão ! Quanto à 'Flor' que também é 'bella' ( com dois éles e tudo, quem terá sido a mente inspirada ? ) é um peditório pelo qual a TVI já passou, com coisas como o 'Anjo Selvagem' e sucedâneos. A menina pobre, honrada como uma Vestal e pura como a água da chuva, relaciona-se com o rapaz riquinho e antiquado, disputado por uma megera. Depois de muitas peripécias que dão para que a coisa dure, dure, dure, meu Deus, como isto dura, a menina pobre terá a sua recompensa e arrebatará o rapaz. Luciana Abreu, que ultrapassou a difícil barreira do júri do 'Ídolos', não canta mal e tem telegenia q.b. Alguém na mesma SIC a aconselhou a aproveitar bem a onda de popularidade, pois esta pode passar tão depressa como o Verão. Entretanto, as meninas hão-de melgar os pais, para que estes lhes comprem as roupas (só as de etiqueta !), as sapatilhas e tudo o mais que à imaginação dos fabricantes aprouver. Bom, antes gastar nisso do que na farmácia.

Anunciaram hoje que Plutão perdeu a patente de planeta e desceu a soldado raso, ou melhor, a planeta- anão. Planeta -anão !? Karrai de berzabum querem fazer com o pobre Plutão ? O pobre deve estar arrasado ! Desde já aqui deixo o meu total apoio áquele que eu aprendi que vinha logo a seguir a Nepturno.

Cheers !

P.S. Afinal, há alternativa aos 'Morangos'. Na 2, uma aranha está deliciada, a devorar um gafanhoto. Digam lá se a realidade não imita, na perfeição, a ficção ...

Double cheers

quarta-feira, agosto 23, 2006

Livro Aberto

Num destes dias, ao fazer mais um zapping, paro na RTPn e deparo-me com a seguinte perplexidade:

"A minha Literatura é..."

por Margarida Rebelo Pinto.

João Teago Figueiredo

segunda-feira, agosto 21, 2006

blogwatch

Leitura recomendada: este texto de João Gonçalves no portugal dos pequeninos, acerca dos Morangos com Açúcar, da Floribella e do futebol. Concordo com quase tudo. Apenas lamento que não haja uma alternativa de qualidade - já nem posso ver televisão à tarde. E para os públicos mais infantis a quem ambas as produções se destinam - lembro-me de na minha infância haver mais variedade de desenhos animados do que hoje em dia.
De qualquer maneira, e sobre os Morangos, sugiro a leitura do artigo de Maria Filomena Mónica na última Atlântico. Li nos comentários ao artigo de João Gonçalves que houve liberais a criticar. Não encontrei. Mas com a minha actual ligação à internet... não admira.
Mas hoje, enquanto jantava, tive como digestivo uns flashes da série da TVI, que a minha mãe via. Ocorreu-me uma dúvida, que procurei esclarecer de imediato: "alguém na série costuma beber cerveja naquele bar?" Resposta negativa. Claro. Um bar frequentado por estudantes entre os 15 (?) e os 20 (??) anos de idade, estudantes, e não sai uma média? Uma "mine"? Uma imperial geladinha? Não se fuma um cigarro? Um charrito num beco escuro? Que bela representação da nossa adolescência.
João Campos

domingo, agosto 20, 2006

A estação das tonteiras

É uma tradução possível para a expressão 'silly season', sempre aplicada ao Verão, vá lá saber-se porquê. Quem sabe se por causa de estarem de férias, logo com pouco que fazer, as pessoas se entretêm a fazer coisas que, em tempo normal não fariam. Sabe-se que a ociosidade é a mãe de todos os vícios.

Eu tinha jurado não gastar nem um cêntimo nas publicações cor-de-rosa (às riscas) que, por causa da estação ser 'silly', se têm ocupado do escândalo Raposo-Diniz. E estou a cumprir o juramento, pois até a imprensa mais séria dedica um quadradadinho ao ribombante assunto. Em curtas palavras: ela e ele apaixonaram~se num 'reality- xô'. Namoraram, viveram juntos, engravidaram, desengravidaram e acabaram. Ela, debitando um discurso incoerente; ele, com algumas capas de revista lacrimejantes e remetendo-se a um silêncio e a uma distância que só o dignificam. Ora vejamos: o rapaz Gonçalo Diniz é um actor com qualidade. Já o demonstrou em trabalhos como 'Os Távoras' e 'Dei-te almost everything'. Precisaria de uma publicidade tão estapafúrdia ? Quanto à D. Elsa, quem é ?, qual o seu valor intrínseco ?, o que fez/ faz para além de animar as hostes com a sua agitada viva sentimental ?
Vanessa Fernandes é uma moça que se farta de ganhar medalhas no triatlo. Ela corre, ela pedala, ela nada, ( salvo seja ! ) . Pois, dos seus feitos rezam os rodapés das notícias na TV e as páginas de desporto dos jornais e ... vivó velho, como se costuma dizer. Fala-se pouco, muito pouco, de quem faz o orgulho cá da gente, que bem precisa que a animem. Só que Vanessa não é Elsa e, por isso, fica-se pelo rodapé em vez de subir à capa. Domâge !
Já agora, e para rematar o assunto ( o tal sobre o que eu jurara não gastar um cêntimo e só neste bocadinho já vão uns quanto euros de Net, mas enfim ... ), porque é que o Verão é tão favorável às discussões e aos ajustes de contas conjugais ?

Segue-se que a 'silly season' Portuguesa 06, por isso mesmo denominada 'a estação das tonteiras', produziu este escândalo, a novela do Simão Sabrosa, o cessar-fogo (tosse,tosse) no Médio Oriente e os habituais incêndios. Nada mau, nada de novo.

As mentes também se ocuparam de publicidade. Precisamente do anúncio, patrocinado pelo Ministério da Administração Interna e pela Prevenção Rodoviária Portuguesa, segundo o qual, 'todos os anos cai um avião cheio de crianças, em Portugal'. Há uma aerovane e uma fila de meninos e meninas vai subindo e escolhendo lugares lá dentro. O avião descola e a imaginação do espectador ocupa-se com o triste destino que terá a cara de uma linda menina, que espreita pela janela.
Talvez para esconjurar a impressão de ver a realidade tão nua e tão crua, assim estampada no écrã, a estragar-nos o efeito 'silly' da 'season', logo se levantaram vozes contra. 'Que é de mau gosto, que já há bastantes pessoas com medo de andar de avião'. Outras aleivosias se disseram que agora me esquecem. Ora, parece que a mensagem é clara: todos os anos morre uma quantidade de crianças suficiente para encher um avião. Se fosse um autocarro, morreriam menos, mas aí teríamos os Directores da Rodoviária Expresso a protestar. O mesmo aconteceria, se as crianças chegassem para encher um navio. O problema não é o veículo; é que o número de crianças que morrem é mais para avião do que para outro qualquer meio de transporte. Por mim, estou com o ministro: chocante é os muitos petizes, cujas almas se evolam para o céu, mesmo sem avião.

Por referir mau gosto, em publicidade, aponto dois exemplos (fruto de opinião pessoal, mas ainda assim, de assinalar): quaisquer anúncios a telemóveis em particular e às comunicações, em geral, e aqueles em que uma menina ardorosa geme, enquanto bebe uma qualquer água pela garrafa, transformando esta em símbolo fálico demasiado evidente. Pronto, escrevi, está escrito.

Cheers

quinta-feira, agosto 17, 2006

S. Ricardo

Com as condecorações que o guarda-redes da selecção tem recebido de toda a santa terrinha e colectividade que tenha alguma ligação ao Ricardo (nem que seja por ele ter lá estado na casa-de-banho quando tinha 5 anos), não me admirava que a Igreja Católica propusesse ao Vaticano a santificação do guarda-redes.

Carlos Barrocas

De ressaca do mundial...

...a temporada vai começar!

Na fase de preparação o campeão foi o Sporting que ganhou 5 jogos e empatou 1. O Benfica perdeu e empatou com tudo o que era equipa (com Moretto de novo em grande!) e o Porto ficou sem um treinador que prometeu muito, especialmente golos, ganhou um campeonato e uma taça, mas nunca caiu nas graças dos adeptos.

Vamos estar cá para ver, mas acho que este ano é claro que o Sporting não vai dar hipóteses a ninguém! EH!EH!

Ai 'tavam com calor?!

Então tomem lá uns diazinhos com 20ºC e regados a chuva para arrefecer!

Carlos Barrocas

terça-feira, agosto 15, 2006

Deste Lado do Espelho

Gralha: não é 'ferrugeno', é 'ferrugento', ai !

Bom, a ideia deste título para um blogue ( 'o ferrugento cão asmático das praias'), veio-me da leitura de um dos meus autores preferidos, Alexandre O'Neil. Geralmente, não aprecio poesia. Porém, acho especial graça aos trabalhos deste poeta. E esta imagem de um cão asmático e, ainda por cima, ferrugento, parece-se com o retrato que o país tem na imprensa. A ideia que tenho, hoje, da minha pátria é a de um organismo que funciona ferrugentamente e que tosse, como um velho asmático. Valha-nos 'o sal, o sol, o sul' ...

O poema em que se insere aquela linha chama-se 'Portugal', o qual, por sua vez pertence ao livro 'Feira Cabisbaixa'. Aqui vo-lo deixo, transcrito com a devida vénia:

Portugal

Ó Portugal, se fosses só três sílabas,
linda vista para o mar,
Minho verde, Algarve de cal,
jerico rapando o espinhaço da terra,
surdo e miudinho,
moinho a braços com um vento
testarudo, mas embolado e, afinal, amigo,
se fosses só o sal, o sol, o sul,
o ladino pardal,
o manso boi coloquial,
a rechinante sardinha,
a desancada varina,
o plumitivo ladrilhado de lindos adjectivos,
a muda queixa de uns olhos pestanítidos,
se fosses só a cegarrega do estio, dos estilos,
o ferrugento cão asmático das praias,
o grilo engaiolado, a grila no lábio,
o calendário na parede, o emblema na lapela,
ó Portugal, se fosses só três sílabas
de plástico, que era mais barato !
Doceiras de Amarante, barristas de Barcelos,
rendeiras de Viana, toureiros da Golegã,
não há 'papo-de-anjo' que seja o meu derriço,
galo que cante a cores na minha prateleira
alvura arrendada para o meu devaneio,
bandarilha que possa enfeitar-me o cachaço.

Portugal: questão que eu tenho comigo mesmo,
golpe até ao osso, fome sem entretém,
perdigueiro marrado e sem narizes, sem perdizes,
rocim engraxado,
feira cabisbaixa,
meu remorso,
meu remorso de todos nós ...

Cheers !

Deste Lado do Espelho

Gostei de saber notícias de Johnny. Apesar da pasmaceira (pese, embora, a presença do sudoéstico Festival) Portugal, o Alentejo, o Sudoeste ainda é um cantinho acolhedor. O pior é se a rota dos aviões para a América passa por aqui ... Eles explodiríam lá no ar e nós apaharíamos com o 'recheio' cá na em baixo, na carola ( este pseudo- humor é só para descomprimir. De facto, o assunto é de enervar o mais fleumático. Como dizia aquele senhor inglês, hoje, na TV ' nem pensar em baixar a guarda'. Atrás de cada chaparro, pode estar um terrorista ). Por outro lado, há que reconhecer que o plano dos 'turras' é absolutamente 'cunning'. Realmente, ingredientes comprados na drogaria da esquina, a misturar posteriormente no avião ... É de génio ! Mais 'cunning' foi a polícia que descobriu tudo.

O cessar-fogo, no Médio Oriente, cujo começo foi decretado para as seis da manhã, dá este conflito um ar da guerra do Raúl Solnado, 'que teve que esperar pelas nove até que a guerra abrisse'. Claro está que ambas as partes tinham os dedos cruzados atrás das respectivas costas, enquanto juravam por Deus e por Alá que, daqui por diante, se iriam portar como anjos. Deus nos dê paciência ... Amen.

Nosso Senhor lhe dê muitos boas noites ( é uma e vinte e cinco da manhã ).
Cheers

PS. Johnny, ainda espera abrir outro blogue ? Tenho uma sugestão interessante para o título: 'o ferrugeno cão asmático das praias'. Seguem explicações na próxima comunicação.

Cheers Cheers

domingo, agosto 13, 2006

As férias vão boas, Maria Helena: bem regadinhas com uns dias de trabalho na sempre agradável Zambujeira do Mar, no restaurante do costume, a servir bitoques a lisboetas chatos (passe a redundância) e a rastafaris cujo odor corporal nem sempre era o mais agradável. Isto devido ao Festival Sudoeste, evidentemente, que a nossa mui amada Câmara Municipal de Odemira gostava de repetir por alturas das férias da Páscoa. Evidentemente que a Câmara não faz a mais ínfima ideia do que aquilo é para aquela aldeia, que está a anos-luz de ter condições para aguentar com aqueles dias insanos - ainda que o cartaz seja tão mauzinho como era o deste ano. Pelo menos, para um bom apreciador de sons um bocadinho menos electrónicos e mais pesados.

Fora isso, a minha ligação à Internet estabilizou nos 28,5kbps, pelo que a minha paciência de alentejano já está a entrar na reserva. Mas sou capaz de passar por Odemira (essa bela localidade) uma tarde destas, pelo que se lhe for possível, dir-lhe-ei para combinarmos um cafézinho (ou outra bebida qualquer).

Cheers!

João Campos

sexta-feira, agosto 11, 2006

Deste Lado do Espelho

A tecnologia e 'el chaparrón'

Até para a tecnologia, o raio do chaparro é desajeitado. De qualquer forma, e embora seja alheia ao problema (quase como se dizia na televisão de antigamente, quando ocorria uma interrupção da emissão) peço desculpa a Johnny pelo evidente incómodo. A foto deve ter seguido em tamanho gigante, porque, como info-analfabeta que sou, não sei pô-la mais pequena logo na máquina fotográfica. Sorry ... As férias estão a correr bem ?